Cardápio da semana #6

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E fiz a cirurgia de retirada da vesícula. Como tive que poupar esforços físicos nos primeiros dias, abasteci o congelador com uns pratos que encomendo de vez em quando, para ter no caso de emergências. A comida é da Silvia, do Vó Bayge, e é a maior mão na roda. Eu, que gosto de comida caseira e gostosa e prezo pela qualidade de ingredientes e pela alimentação natural e saudável, fico sempre satisfeita com os pratos dela, e eles quebraram um galhão durante minha primeira semana de recuperação. Mas lá pelo décimo dia, eu já estava sentindo muita falta de cozinhar e de comer minha comida. Daí, surgiu esse cardápio: leve, mas nem tanto. Porque, depois de tanta sopa e coisinha leve, eu bem que merecia uma fritura, mesmo que fosse de couve-flor. O médico não fez nenhuma restrição alimentar, apenas pediu para fazer refeições pequenas, que eu já costumo fazer, e ir sentindo o que conseguia e o que não conseguia comer. Até agora, só senti melhoras. Minha digestão está melhor que nunca e não senti uma dor sequer (fora as dores normais da cirurgia). No mais, estou tentando colocar em prática a diminuição do consumo de carne, pelos motivos de sempre (preservação dos recursos naturais, boicote à produção industrial de carne que utiliza métodos cruéis e melhora da saúde), principalmente depois que assisti ao documentário Vegucated, sobre alimentação vegana (Deu pra assistir a um monte de filmes durante a recuperação!), que fala tudo que eu já sabia (mas que talvez você que não se interessa muito pelo assunto não saiba), mas mostra imagens chocantes. Eu já procurava não comer carne de dois a três dias da semana, e resolvi inverter. Até agora funcionou de forma excelente!

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Café da manhã dos campeões #6

café da manhã dos campeões 6

Na semana passada, preparei uma saladona para durar na geladeira. A mistura de folhas de espinafre, pimentão vermelho e amarelo em tiras, azeitonas pretas e tomates sweet grape inteiros ficou à disposição para todas as nossas refeições, bastando temperá-la na hora da refeição. No sábado de manhã, decidi usá-la para uma omelete improvisada que acabou ficando deliciosa. Adoro a ideia de usar o que tem na geladeira para improvisar o café da manhã, principalmente em preparações que levam ovo, como vocês podem ver aqui e aqui. E essa base é apenas uma ideia de como você pode improvisar também. Não precisa seguir a receita à risca, pode tirar coisas e acrescentar outras. Pode colocar mais queijo, umas fatias de cebola levemente douradas, pode fatiar os tomatinhos (eles inteiros ficam explosivos e eu gosto). Ou pode fazer a salada que eu fiz para a semana e aproveitá-la no sábado de manhã dessa forma.

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