Caixinha de som #6: de indie pop a rap nacional

caixinha de som 6 playlist do mês

Como de costume, divido com vocês as músicas que mais tocaram nas minhas caixas de som (e fones de ouvido) no último mês! Essa playlist de duas horas tem bastante indie pop, mas também tem anos 60, rap nacional e algumas minas que foram parar nessa seleção só de minas maravilhosas. Continuar lendo

Anúncios

Caixinha de som #5: playlist do amor

CDSom 5

Essa é uma das playlists mais amadas publicadas nesse blog. Sério. Vai de Karol Conká a David Bowie, passando por um monte de bandas que eu não conhecia e por músicas especiais, como o tema de La La Land, cuja trilha inteira tocou por aqui no repeat por dias, e Sleepwalk, de Santo & Johnny, uma instrumental dos anos 1960 com solinho de guitarra que é uma das favoritas do meu pai (e que ele toca na banda dele) e que acabou se tornando uma queridinha minha também. Tem várias bandas/artistas brasileiros (mesmo quando eles cantam em inglês), o que é sempre bom, né, minha gente? Aproveitem! Continuar lendo

Caixinha de som #4: uma playlist que mistura empolgação de ano novo, nostalgia de ano velho e emoção de verão

cdsom-4

Comecei o ano com muita música desconhecida que tocou demais nos meus fones de ouvido e nas minhas caixas de som. Mas como nem só de novidade a gente vive, tive dois grandes momentos de nostalgia: um que remete à minha adolescência e outro que me lembra a infância. Nos dois casos, acho que as músicas envelheceram bem e hoje podem ser consideradas cult, talvez? Fato é que as coisas parecem não pertencer à mesma playlist, mas o que é a vida se não um emaranhado de lembranças, sentimentos e histórias, não é mesmo?

Continuar lendo

Caixinha de som #3: velhos conhecidos, novos amores, de indie rock a r’n’b

cdsom-3

Pensei em fazer uma playlist temática esse mês, com versões legais de músicas de natal. Mas como não sou nada natalina, achei melhor ser sincera e colocar as músicas que realmente mais escutei no mês. E, olha, não é que ficou bem legal para curtir as últimas semanas do ano? Digamos que tem um tonzinho nostálgico, que ajuda a refletir. E também é muito divertida, para embalar a semaninha de recesso ou férias (se você tiver direito a elas, espero que tenha). Tem desde velhos conhecidos, como Alicia Keys, Norah Jones, Weeezer e MGMT, até novos amores, como Milky Chance, Karol Conka e Jazzanova. E, pela primeira vez, tentei colocar em uma ordem que faz sentido. Me digam o que acharam!

Abaixo, a playlist do Spotify, mas se você quiser, dá pra ouvir pelo Deezer também!

Continuar lendo

Caixinha de som #2: brazucas que estou amando, nostalgia e novos favoritos

caixinha-2

O mês rendeu um monte de música nova, mas também voltei a escutar amores antigos que não visitava havia tempos. Rolou um pouco de nostalgia também, com o Taiguara na lindíssima “Hoje”, canção que grudou na minha cabeça depois de assistir ao melhor filme do ano, Aquarius. Roy Orbison também contribuiu para a nostalgia dos anos 60. Ouvi também bastante mina no vocal: The Concretes, The Gentle Waves, First Aid Kid e Rilo Kiley. E músicas relativamente novas de duas das minhas bandas favoritas: Modest Mouse e Phoenix. Tá um delícia essa playlist, gente. Escuta lá! Aí embaixo tem a playlist hospedada no Spotify, mas se você preferir ouvir pelo Deezer, é só clicar aqui! Continuar lendo

Caixinha de som #1: musiquetas que ouvi a valer nos últimos tempos

caixinha-1

Vou fazer uma confissão: fazia muito tempo que eu não escutava música nova. São vários os motivos: 1. tinha preguiça de procurar coisas novas; 2. estava acomodada com as playlists genéricas que o Spotify proporciona; 3. tenho um gosto musical muito diferente do Marcelo; 4. gosto de ouvir YouTube enquanto lavo louça ou cozinho; 5. gosto de ouvir notícias enquanto dirijo. Dessa maneira, fazia quase dez anos que eu praticamente escutava as mesmas bandas e os mesmos discos. E a verdade é que eu tinha parado no tempo e ainda não tinha aprendido a tirar proveito das ferramentas das quais dispomos atualmente. Antes, para conhecer coisas novas, precisava entrar em fóruns, grupos de Orkut ou aceitar as recomendações do Last.fm. E mais antes disso, precisava – pasmem – conversar com as pessoas sobre. Ou pior ainda: acreditar em revistas ou testar CDs aleatórios em lojas que dispunham do serviço. E pensar que quando as coisas eram tão difíceis, minha gana de descobrir música nova era tão maior. Continuar lendo