Vídeo #7: receita de verão – vinagrete de polvo

A segunda receita de verão está no ar! Dessa vez, fiz um vinagrete de polvo (O vinagrete brasileiro, não o francês!) que parece complicado, mas não é! De poucos ingredientes, esse prato é ótimo para beliscar ou servir como entrada. Pode, ainda, acompanhar um belo peixe! Para os apreciadores de polvo, o vinagrete de polvo é certeiro. E para quem não gosta ou não conhece, também! Para ver o passo a passo, é só clicar no vídeo acima. Aproveite e inscreva-se no canal para acompanhar as outras receitas.

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Cardápio da semana #23: baião de dois, robalo no falso papillote e arroz com lentilha e legumes vegano

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Depois dos excessos de fim de ano que, no meu caso, duraram alguns meses, decidi dar uma melhorada na alimentação. Percebi que estava abrindo muitas exceções, e acho melhor, pelo menos por um tempo, voltar a controlar mais o que como. Para me despedir das comidinhas mais pesadas, decidi fazer um baião de dois pela primeira vez, e fiquei muito feliz com o resultado. Servi, com ele, ovo frito, vinagrete e salada de couve. Aliás, salada de couve é uma das maiores descobertas dos últimos tempos. Acho mais gostoso que couve refogada, é mais fácil de fazer e rende muito mais. Pra compensar, fiz um robalo no falso papillote, porque ia dar mito trabalho para fazer oito porções individualmente. E depois, uma comidinha simples e vegana pra arrematar a semana.

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Cardápio da semana #21: jacket potato com chilli, teppanyaki de salmão e sopa de couve-flor

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O cardápio dessa semana é super versátil. A batata assada com chilli pode facilmente virar um prato vegetariano: é só tirar a carne moída. O chilli é tão, tão gostoso, que a carne não é tão necessária assim. Se sobrar chilli, você pode congelar e servir outro dia com purê de batata, massa, arroz ou até com nachos, acompanhado de uma cerveja bem gelada! O tepannyaki de salmão é um prato saudável e fácil de fazer. Até o mais inexperiente vai conseguir, se seguir todas as minhas dicas. Os legumes do tepansão um ótimo acompanhamento para outros pratos, especialmente os que tiverem influência asiática. E o shimeji é um coringa também. A sopa de couve-flor é um prato vegano que não precisa de nada, nadinha mesmo de origem animal, de tão saboroso. A couve-flor, quando cozida e processada, obtém uma consistência muito cremosa, que traz uma textura à sopa de fazer inveja a qualquer creme de leite. Dá pra aproveitar esses dias friozinhos que tem feito para fazer uma refeição mais leve e reconfortante! Continuar lendo

Petí: uma gema de restaurante

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Você chega e, desavisado, dá de cara com uma loja de insumos artísticos. Confere o endereço, e certifica-se de que está no lugar certo. Mas… Onde está o restaurante? O site indica: dentro da Pintar Materiais Artísticos. Inusitado! Minha primeira vez no Petí não foi assim, mas a da minha amiga, que me acompanharia no almoço, foi! Ele já estava na minha lista fazia muito tempo, e achei que serviria como uma luva para o encontro. Tenho amigos que moram lá perto e sempre elogiam a comida e, principalmente, o quanto ela custa. O fato de ficar praticamente no quintal da casa deles, ajuda na alta frequência. Também já havia ouvido profusão de elogios de uma amiga que conhece o chef intimamente: ela é tia e madrinha dele. Além disso, sabia que o Petí tinha recebido o selo Bib Gourmand do Guia Michelin, categoria que indica os melhores restaurantes a preços acessíveis. Mas, o fato de ele só abrir para o almoço e não estender seus horários aos sábados, me fazia adiar a visita sempre.  Continuar lendo

Cardápio da semana #17: jacket potato, salmão com purê de ervilha e frango com tomate e gengibre

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Depois da semana vegetariana, senti falta de proteína animal, mas tentei ser razoavelmente equilibrada. A começar pelo frango com tomate e gengibre, feito com peito de frango e acompanhado de uma porção razoável de salada verde, cenouras assadas e um pouco de arroz com coco. No meio da semana me dei o direito de comer umas batatas recheadas, conhecidas também como jacket potatoes, porque ficam com formatinho de jaquetas, com o recheio clássico de creme azedo (sour cream), queijo, bacon (só um pouquinho) e cebolinha, servidas com salada para não pesar – só que não. Para compensar, terminamos a semana com salmão grelhado, purê de ervilhas, rabanetes assados e a mesma salada. Tudo fácil, rápido e diferente do feijão com arroz de sempre, né? Continuar lendo

Almoço de domingo #1: Mac ‘n’ Cheese

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Porque nem só de cardápios equilibrados, saudáveis, práticos e rápidos vive essa cozinheira e comilona que vos fala. Nada como um dia de folga para me enfiar na cozinha com um único objetivo: só sair quando o prato que se deseja ardorosamente estiver pronto. Para aqueles que, como eu, gostam de comer bem e não abrem mão de uma boa enfiada de pé na jaca de vez em quando – ainda mais se essa jaca for caseira, caprichada e de origem controlada -, criei essa série de receitas elaboradas, que levam mais tempo para serem feitas e que compensam todo o esforço aplicado! Para começar, mac ‘n’ cheese, essa comida reconfortante tão popular nos EUA e tão menosprezada por aqui. Em São Paulo, só comi um mac ‘n’ cheese que fez meu estômago sorrir, no finado 210 Diner, que encerrou as atividades em janeiro desse ano. Ao contrário do que pode parecer, o macarrão com queijo norte-americano é fácil de fazer, mas para ficar perfeito é preciso um pouco de paciência e seguir alguns truques. Por isso, nada melhor que reservá-lo para um almoço de domingo ou para um jantar especial. Nada de fazer isso correndo num dia de semana exaustivo, ok?

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Café da manhã dos campeões #8: panquecas americanas

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Tem comida mais fotogênica e apelativa que uma pilha de panquecas bem alta? E o melhor é que as possibilidades de coberturas são infinitas, e vão muito além dos costumeiros manteiga e mel, um substituto brasileiro ao maple syrup, ou xarope de bordo. Se os dias de semana são corridos demais para desjejuns mais elaborados, os fins de semana são perfeitos para eu me aventurar na cozinha depois de pular da cama morta de fome. E nesse último fim de semana, meu desejo ainda antes de abrir os olhos era esse: panquecas gordas, muitas delas. Fiz duas versões: doces, com massa de cacau e canela e cobertura de bananas e mel e salgadas, com massa de queijo meia cura e cobertura de tomate tostado e ovo pochê. Com a receita básica é possível inventar outras adições, mas a panqueca simples já é uma delícia, eu garanto. Continuar lendo