Bar da Dona Onça: comida de boteco artesanal e primorosa

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Fazia tempo que eu devia uma visita ao Bar da Dona Onça. As filas homéricas aos fins de semana me repeliam, mas eis que, num sábado agradável, de tempo ameno, vimo-nos, eu e o Marcelo, no centro da cidade, início de tarde, cheios de fome e decididos a enfrentar a espera do concorrido bar do Edifício Copan, um dos cartões postais da cidade. O dia já tinha rendido visita à boa exposição de Kandinsky no CCBB e passeio pela Galeria do Rock, que não visitávamos havia mais de dez anos. A caminhada até o Copan só fez a fome aumentar, e quando nos deparamos com a espera de quarenta minutos decidimos que era o tempo ideal para degustar uma capirinha enquanto relaxávamos naquele pedaço da cidade do qual gostamos tanto e por onde pouco passamos. Continuar lendo

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Em busca do hambúrguer perfeito #5: bar.

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Um bar na Joaquim Antunes não é o tipo de lugar que costuma me atrair. Não sou público cativo e tendo a achar que quando não é para mim, eu também não sou para eles. Mas eis que o bar. (assim, com B minúsculo e ponto final) foi eleito o melhor hambúrguer por um site especializado no ano passado, desbancando queridinhos da galera. Eu achava bem estranho que esse site fosse o único a ter o tal hambúrguer não só nas primeiras posições, mas na primeira. E, apesar do ponteiro do meu desconfiômetro me dizer que o tal site teria algum interesse para falar tão bem de algo longe de ser unanimidade, decidi ver com os próprios olhos e comer com a própria boca. Continuar lendo

Meu fim de semana #5: velhos amigos, novos amigos, boteco, churrasco e jogos de tabuleiro

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Há umas semanas atrás, pela primeira vez em muito tempo, tivemos pique de sair na sexta à noite. Era para encontrar amigos da época do colégio, que passei a ver com mais frequência nos últimos tempos, e escolhi um boteco perto de casa e perto do metrô, porque a galera vem de todos os cantos da cidade. Tenho feito esse exercício de redescobrir a cidade e descobrir mais o bairro e os arredores, e tem sido maravilhoso. Há uns meses, eu cogitava seriamente mudar de país, por vários motivos, um deles sendo o fato de não suportar mais morar em São Paulo, mas não me ver morando em nenhuma outra cidade brasileira. Eu almejava algo maior, mais organizado e mais civilizado. E por outros tantos motivos, passei a olhar mais para a cidade onde nasci e me criei, e que oferece tantas possibilidades que ficam em segundo plano quando a única coisa que conseguimos enxergar é o trânsito caótico, a eterna ameaça da violência urbana e a pressa.  Continuar lendo