Cardápio da semana #21: jacket potato com chilli, teppanyaki de salmão e sopa de couve-flor

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O cardápio dessa semana é super versátil. A batata assada com chilli pode facilmente virar um prato vegetariano: é só tirar a carne moída. O chilli é tão, tão gostoso, que a carne não é tão necessária assim. Se sobrar chilli, você pode congelar e servir outro dia com purê de batata, massa, arroz ou até com nachos, acompanhado de uma cerveja bem gelada! O tepannyaki de salmão é um prato saudável e fácil de fazer. Até o mais inexperiente vai conseguir, se seguir todas as minhas dicas. Os legumes do tepansão um ótimo acompanhamento para outros pratos, especialmente os que tiverem influência asiática. E o shimeji é um coringa também. A sopa de couve-flor é um prato vegano que não precisa de nada, nadinha mesmo de origem animal, de tão saboroso. A couve-flor, quando cozida e processada, obtém uma consistência muito cremosa, que traz uma textura à sopa de fazer inveja a qualquer creme de leite. Dá pra aproveitar esses dias friozinhos que tem feito para fazer uma refeição mais leve e reconfortante! Continuar lendo

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Cardápio da semana #5

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Essa semana, tentei manter as coisas leves, mas mantive o bacon no refogado do grão de bico e a manteiga no purê de batata doce, porque não gosto de restrições extremas. Minha saúde anda bem, logo mais eu opero, e nada como um pouquinho de gordura saborosa dia ou outro para animar a vida, né? Para compensar, caprichei na salada e escolhi proteínas mais magras. Tentei fazer a tilápia no forno, mas não rolou, e por isso passo minha receita dela frita mesmo. Continuar lendo

Café da manhã dos campeões #5

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E para entrar para a categoria “transformando sobras em cafés da manhã”, mais um omelete com o que tinha na geladeira. Fácil como aquele com brie e shiitake, esse de tomates com gorgonzola é igualmente gostoso. E como eu estava com muita fome nesse dia e era sábado, me dei o direito de uma sobremesa: torrada com manteiga de amendoim e geleia, uma combinação clássica americana.

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Cardápio da semana #4

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Descobri recentemente que estou com cálculos biliares, também conhecidos como pedras na vesícula. Aparentemente é uma condição normal, conheço várias pessoas que tiveram o mesmo problema, e o procedimento a ser realizado é a retirada cirúrgica da vesícula. Até a cirurgia, terei que controlar muito a alimentação, cortando o máximo possível de gordura, inclusive as consideradas gorduras boas, presentes nos ovos, salmão e castanhas, por exemplo. Como não dá para viver de peito de frango cozido e batata doce (no meu caso, pelo menos), decidi controlar a gordura da minha comida, mas sem muita paranoia. Assim surgiu o cardápio dessa semana. Continuar lendo

Jantar express: torta de liquidificador da minha infância

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Eu costumo cozinhar e levar marmita para o trabalho. Tenho muito gosto por cozinhar, mas é um trabalho e tanto, depois de uma jornada de trabalho. E não se limita a isso, cozinhar exige elaboração de um cardápio variado para não enjoar, e, de preferência, balanceado, além de compras semanais e muita louça para lavar. Lá em casa, começou por uma necessidade de economia, mas continuou porque me acostumei a sempre comer algo gostoso, nutritivo e cujos ingredientes eu conhecesse a procedência. Comer fora, agora, só em situações de extrema necessidade – leia-se preguiça – ou quando é um restaurante ou ocasião especial. Comecei a ficar mais chata com a comida de fora, acho defeito em quase tudo, questiono a qualidade e o cuidado com que ela é feita e acho os preços absurdos para o que é oferecido. Continuar lendo

Por uma alimentação mais saudável e Café da manhã dos campeões #1

Crepioca e vitamina

Quando criança, eu comia de tudo. Minha mãe sempre me incentivou a experimentar coisas novas, legumes duvidosos, combinações inusitadas. Por outro lado, apesar dos raros danoninhos, salgadinhos, passatempos e refrigerantes, nossa alimentação sempre foi relativamente saudável, algo que passei a prezar na minha vida adulta.

Mas como boa glutona, nunca deixei de comer nada, por mais gordo que fosse, e geralmente em grandes porções, muito maiores que o necessário. Minha sorte foi nunca ter tido tendência a engordar, mas junto com o sedentarismo, passei, há algum tempo, a me preocupar com a minha saúde mais que com minha silhueta. Faço exames periodicamente e nunca apresentei nenhum problema de saúde relacionado à alimentação. Pelo contrário, meus índices sempre surpreendem minha médica, que me trata há quinze anos. Continuar lendo

Como mudei os hábitos alimentares do meu marido e espaguete a bolonhesa

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Minha história com cozinha é parecida com a de muita gente. Aprendi a cozinhar com a minha mãe, que, por sua vez, aprendeu com a minha vó. As duas eram cozinheiras de mão cheia, e eu gosto de acreditar que herdei não só a habilidade, como o talento também. Desde pequena ajudava minha mãe, no começo com coisas simples, e com a experiência e a idade, fui recebendo tarefas mais desafiadoras, até o momento em que senti segurança para reproduzir, sozinha, os seus pratos. As primeiras criações vieram na adolescência, e ora eu acertava (muito por sorte), ora errava feio. Continuar lendo