Meu fim de semana #3: correria, piquenique e churrasco

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Durante a semana, ao acordar, ando prolongando um sono por mais alguns (muitos) minutos, mesmo que na noite anterior eu tenha ido dormir cedo. Esse é o nível de cansaço em que me encontro. Nos fins de semana, ironicamente, acordo cedíssimo. No sábado, sem despertador, às seis e meia já estava desperta. Relutei, forcei manter os olhos fechados, mudei de lado várias vezes, mas nada do sono voltar. Eventualmente, caí no sono, para acordar atrasada. Óbvio. Continuar lendo

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Meu fim de semana #2: pastel, veterinário novo, Parque da Independência, jogo de tabuleiro e hambúrguer

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Como a audiência do primeiro post sobre o meu fim de semana foi boa, fiquei empolgada para fazer o segundo, na semana passada, mas acabei me esquecendo de fotografar várias coisas e deixei para esse fim de semana.

Nesse sábado, tínhamos marcado veterinário da Nina, às 11h, e por isso tivemos que acordar cedo para fazer a feira. Às 9h, 9h30, a feira ainda é tranquila. A barraca de pastel não está caótica, tem uma oferta imensa de produtos lindos, mas quase tudo é mais caro. Eu acho que vale mais a pena chegar um pouco antes da xepa, lá pelas 11h, quando ainda há uma oferta de bons produtos e muita coisa já está mais barata. Tem que contar um pouco com a sorte, no entanto, porque pode ser que você não encontre mais um produto específico, ou que a feira esteja muito lotada, por exemplo. Continuar lendo

Meu fim de semana #1: pão na chapa, Divertida Mente, almoço sem pais, parque e banho na Nina

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Como se não bastassem as tarefas do dia a dia, nossos fins de semana também costumam ser cheios delas. E, apesar de corrido e cansativo, temos nos esforçado para otimizar nossas tarefas e separar um tempo para o tão necessário lazer. Por não sobrar tanto tempo quanto gostaríamos, procuramos tornar as tarefas mais agradáveis, divertidas. Nem sempre temos sucesso, mas eu achei que nesse último fim de semana conseguimos fazer tudo e ainda sobrou tempo pra um pouco de diversão! Compartilhar com vocês é até uma maneira de me incentivar a aproveitar melhor os fins de semana. Porque, no meu caso, quando bate a preguiça, geralmente acabo priorizando as tarefas em detrimento do lazer, o que não é nada legal pra minha saúde mental. Continuar lendo

Café da manhã dos campeões #4

café da manhã dos campeões 4

Na noite anterior, tínhamos feito pizza. De fim de semana, sempre tentamos comer alguma coisa mais divertida e menos saudável, e se não for para jantar fora ou pedir comida, fazemos em casa. Tenho vontade de fazer a massa em casa, mas a comida já me dá tanto trabalho durante a semana que acabei ficando com preguiça e comprando aquela famosa tortilha que todo mundo usa para fazer wraps. Sabe, aquela da embalagem azul? Pois, então. E porque sobrou muçarela ralada e tomates bem maduros fatiados, resolvi aproveitar no café da manhã. Continuar lendo

Diário de bordo: Orlando – Parte 3

Magic Kingdom 7

Leia a parte 1 e a parte 2 dessa viagem.

DÉCIMO DIA: BUSCH GARDENS

É fato que parques mais radicais deixam a gente mais moído. Eu não sei qual é a explicação científica para isso, mas senti na prática, possivelmente também porque já se acumulava o cansaço. Por isso, e porque somos bons glutões, fomos encher o tanque em outro restaurante da Disney, o ‘Ohana, que fica no Polynesian Village Resort (onde também fica o Kona Café). Aproveitei para comprar duas camisas havaianas autênticas para o meu pai, aquelas que eu tinha visto da última vez e não tinha comprado. Ele adorou.

A ambientação é linda, das melhores até agora. O atendimento é muito bom, como sempre, e o astral, alto. Os personagens que nos visitaram dessa vez foram Lilo, Stitch e Pluto. A comida é servida na mesa, e reposta quantas vezes você quiser. A fartura inicial nos impediu de repetir, mas estava tudo bom: ovos mexidos, linguiças, bacon, frutas, pães, batatas e Mickey Waffles.

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Diário de bordo: Orlando – Parte 2

Magic Kingdom 3

Leia a parte 1 dessa viagem.

SEXTO DIA: MAGIC KINGDOM, PINOCCHIO VILLAGE HAUS E ARTIST POINT

O tão chegado dia chegou. A expectativa para conhecer o Magic Kingdom foi, ao longo dos meses, cultivada por mim, mas mais pelos meus companheiros de viagem, que mal podiam esperar para testemunhar meu deslumbre.

A entrada é realmente impressionante, com o trem passando por cima das filas e o maquinista acenando, a Main Street lotada de gente tirando fotos, a estátua de Walt Disney e Mickey e o Castelo da Cinderela. Ainda mais com o céu azulíssimo como pano de fundo. Mas confesso que a expectativa era tão alta que eu me impressionei menos do que esperava. Ainda assim, tive que gastar uns momentos para registrar aquelas imagens icônicas. Continuar lendo

Diário de bordo: Orlando – Parte 1

Rei Leão

Lá pelos meus 12 anos de idade, conhecer a Disney era um dos maiores objetivos da minha vida. Ainda muito nova para viajar sozinha, mas já capaz de encarar uma excursão com minha prima, da mesma idade que eu, decidimos que ir para a Disney poderia deixar de ser sonho e passar a ser plano.

Na época, com fontes de informações limitadas, o máximo que eu consegui fazer foi comprar uma revista na banca de jornal que acompanhava um VHS. Mas já era o máximo, para mim. Poder ver aquele mundinho em vídeo, e não só em fotos, era suficiente. Planejei o que pude, pesquisei agências de turismo que levavam crianças, mas tive meu sonho adiado. Meus pais eram bem tranquilos, e já tinham pré-concordado com a viagem. Tudo ia depender de como a excursão seria e quanto ela custaria.

Os meus tios não eram tão tranquilos assim, ou era essa a imagem que eu tinha do que minha prima contava, e ela acabou desistindo antes mesmo de consultá-los, com medo de levar um “não!”. Meus pais achavam que minha irmã era muito nova (ela tinha 10 anos) para ir comigo e eu acabei sem companhia para realizar meu sonho. Continuar lendo