Meu fim de semana #7: casamento, Mundo da Lua e pizza

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Em meados de outubro, num sábado, um casal de amigos se casou. E arrisco dizer que, com o exceção do meu, foi o casamento que mais me emocionou até hoje. Conheço o noivo há uns quinze anos. Passamos boa parte da nossa adolescência juntos, e com as idas e vindas da vida, passamos também uma boa parte desses quinze anos distantes. Principalmente porque ele foi morar na Austrália e ficou por lá um tempão. Algumas poucas visitas ao Brasil depois, ele retornou para ficar. Mas por pouco tempo, porque ele e a agora esposa vão se mudar para a terra natal dela em alguns meses (ou anos, eu não sei ao certo e acho que eles também não).

O casamento foi íntimo, simples, lindo. A comida farta estava excelente, a bebida estava abundante, a música era envolvente e o amor e a alegria pairavam no ar contaminando até as almas mais impenetráveis. Não teve pista de dança, mas teve balanço improvisado. Não teve padre, mas teve amigo fazendo a cerimônia. Teve amigo fotografando e filmando, um monte de rituais fofos e apelo ao síndico do prédio para prolongar a festa. É lindo assistir ao amor dos amigos sendo oficializado, e eu mal posso esperar pelo próximo.


 

No dia, mais cedo, teve correria para chegar na festa a tempo. Compensou: fomos os primeiros a chegar. Chegamos antes dos noivos. E tudo bem, porque a informalidade da festa foi uma das coisas mais legais. Acordamos cedinho para cortar o cabelo, fazer feira e passear com a Nina o suficiente para ela ficar a noite inteira sozinha em paz.

Pela primeira vez, consegui fazer um babyliss que me agradou e não me atrasou, e fiquei tão orgulhosa que fiz questão de colocar o making of “Juliana para festa” no vídeo.

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Pegamos um táxi, porque não somos bobos e nos preparamos para beber como se não houvesse amanhã.

Chegando lá, ainda havia coisas sendo organizadas, mas os noivos, que estavam fazendo tudo com a ajuda da família e de alguns amigos, pareciam tranquilos. Senti inveja dessa tranquilidade. Será que um dia eu chego lá?

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Fomos impedidos de ajudar no que pudéssemos e nos foi indicado o caminho da chopeira. Conforme os convidados foram chegando, a música esquentando e a bebida fazendo efeito, fui sendo tomada por uma alegria imensa. E casamento bom é assim, né? Senti satisfação por testemunhar uma união tão bonita, sincera e real e alegria por ter amigos que são irmãos. E pista de dança nenhuma, de casamento nenhum, ganha disso.



Fomos embora só quando realmente não aguentávamos mais a idade, quer dizer, o cansaço.

E no dia seguinte, Marcelo foi trabalhar e eu botei ordem na casa. Levei a Nina para passear, dei banho nela, dei uma geral na cozinha, almocei uma comidinha requentadinha e me dei o direito de fazer uma maratona de Mundo da Lua na cama. Redescobri Mundo da Lua nessa semana e assisti a todos os episódios no YouTube. É daquelas coisas da infância que, quando você acessa de novo na idade adulta, descobre que é ainda melhor do que quando você viu pela primeira vez. Saudades, programas infantis da Cultura.

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E aí o Marcelo chegou e tudo acabou em pizza. Tentamos de novo a Super Pizza Pan, uma genérica de Pizza Hut muito mais barata e com atendimento muito melhor. Tínhamos parado de pedir quando sentimos que a qualidade caiu e decidimos matar a lombriga, quer dizer, vontade, e testar se tinha voltado a ser bom. E voltou. Ô se voltou. E assim acabou o fim de semana em que mais um dos meus amigos se casou e me deixou orgulhosa e feliz demais.

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