Em busca do hambúrguer perfeito #4: Fresto

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Tem dia que o conforto do lar é tão convidativo que nem o desejo mais avassalador de comer bem faz a gente colocar os pés para fora. E mesmo sabendo que comida para viagem, talvez com exceção de pizza, não presta muito, decidimos testar os hambúrgueres do Fresto, aproveitando que já era um lugar que queríamos conhecer e estava disponível para o nosso endereço, num desses aplicativos de delivery. Hambúrgueres em casa, ao custo de meia dúzia de digitadas na tela do celular, é arriscado mas é tentador. 

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E, olha, fiquei surpresa com o cuidado que eles têm com as embalagens e a separação dos ingredientes para que tudo chegue o mais fresco possível. A alface do meu sanduíche, por exemplo, veio em saquinho a parte, mas não chegar murcha. As batatas fritas vieram em caixinhas de papelão (lindas, por sinal) com aberturas para respirar e manterem-se minimamente crocantes, tarefa quase impossível depois da viagem. A identidade visual é outro ponto forte das embalagens funcionais: é tudo lindo, meio engraçado, meio retrô, bem pensado, reciclável e caro. A taxa de entrega de R$ 15,90 se justifica nas embalagens e no cuidado para que tudo chegue o mais próximo do que seria servido no restaurante, mas pesa na conta.

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Agora, vamos ao que interessa?

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Eu pedi o Meat the Blues (R$29,90), que leva burger de 170g (um ótimo tamanho), gorgonzola, bacon, alface, cebola roxa e pão de milho. Achei caro, mas o blend de carnes é bom, e o ponto estava quase correto. Eu prefiro mais rosado e poderia imaginar que ele tivesse passado do ponto durante a viagem. Mas o burger do Marcelo veio corretíssimo, o que me indica que existe uma inconsistência. Apesar disso, o sanduíche estava bem gostoso, equilibrado, com quantidades corretas de queijo e bacon e o pão, apesar de ter encharcado um pouco, o que é de se esperar, era bastante bom.

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O Marcelo pediu o Tokyo Night Out (R$ 29,90), uma edição especial que não está mais disponível no cardápio. Ele levava burger de 170g, chimichurri, queijo prato (que o Marcelo pediu para tirar), pimenta baniwa, maionese de wasabi e pão de milho. O ponto do burger estava correto, e os outros elementos o complementavam bem.

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De acompanhamento, eu pedi as batatas doces fritas (R$ 8,90), que, apesar da embalagem, não conseguiram se manter crocantes, mas estavam gostosas. Ele pediu as batatas rústicas fritas (R$ 8,90), que também estavam gostosas, mas meio murchas. Achei a quantidade das porções pequenas para o valor.

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Notei depois que os valores no cardápio do site são diferentes. Lá tudo é mais barato, o que se justificaria apenas se não houvesse taxa de entrega. Por isso, por conta da inconsistência no ponto do burger e porque eu achei que eles não valem o que custam, não sei se conhecerei o restaurante. Para os dias de preguiça, no entanto, se você quiser um hambúrguer gostoso que seja entregue com cuidado, vale pedir no Fresto. Só atente-se para o fato de que vai gastar cerca de R$ 50,00 por cabeça, sem bebidas.

FRESTO

RUA IGUATEMI, 512, ITAIM BIBI, SÃO PAULO – SP

TEL: (11) 3073-1310

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2 comentários sobre “Em busca do hambúrguer perfeito #4: Fresto

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